1-General
2-Sangue
3-Coronel
4-Policia
5-Armas
6-Tiroteiro
7-Bomba
8-Granadas
9-Canhao
10-Bala
11-Policial
12-Fogo
13-Lava
14-Drogas
15-Faca
16-Morte
17-Sangramento
18-Brigas
19-Pancadaria
20-Bulyng
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
20 palavras da guerra
sábado, 19 de outubro de 2013
Menino do dedo verde
Estamos acabando o segundo livro do 6 Ano
Eu li o o livro e gostei bastante,eu gosto de ler livros antigos porque você tipo volta no tempo e é muito interesante
Eu li o o livro e gostei bastante,eu gosto de ler livros antigos porque você tipo volta no tempo e é muito interesante
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
20 PALAVRAS DA PAZ
1-Alegria
2-Paz
3-Amor
4-Deus
5-Religião
6-Jesus
7-União
8-Santa Seia
9-Anjo
10-Santo
11-Igreja
12-Vinho
13-Calme
14-Branco
15-Campo
16-Fazenda
17-Afeto
18-Amizade
19-Verdade
20-Pao
Mostra Cultural
Biografia de Sylvia Orthof
Carioca, Sylvia Orthof nasceu em 1932, filha única de um casal de imigrantes pobres. Seus pais eram judeus austríacos e fugiram para o Brasil entre as duas guerras mundiais. Para cá vieram também seus avós e seus tios. Era uma família que respirava arte. O pai era pintor; o tio materno, compositor; a avó paterna era casada com um letrista de operetas vienenses; e a avó materna era pintora e ceramista.
Sua infância difícil era ainda tumultuada pelo desencontro de idiomas. Aprendeu, primeiramente, a falar o alemão e até o início da idade escolar falava português com sotaque. Refugiados em um país que lutava ao lado dos Aliados na II Guerra Mundial, seus pais cuidavam para que não fossem confundidos com nazistas. Por isso evitavam falar em público a língua alemã. Embora fosse algo incomum na época, eles se separaram quando a filha tinha sete anos. O pai Gerhard casou-se novamente e Sylvia foi morar com sua avó Trude (Gertrud).
Sylvia teve formação artística. Estudou mímica, teatro, pintura, desenho e arte dramática. Tinha apenas 15 anos quando começou a atuar na Escola de Arte Dramática do Teatro do Estudante. Aos 18, foi estudar teatro, desenho e mímica em Paris. Lá, aprendeu mímica com Marcel Marceau. Retornou ao Brasil dois anos depois e foi trabalhar em São Paulo como atriz no Teatro Brasileiro de Comédias (TBC) e na TV Record. No Rio de Janeiro, atuou ao lado de grandes nomes do teatro e da TV.
Em 1957, casou-se com Sávio Pereira Lima e se mudou para uma aldeia de pescadores chamada Nova Viçosa (na época, Marobá), no sul da Bahia. Com as crianças do lugar, desenvolveu um teatro de bonecos feitos de sabugo de milho e de palha. Assim começou sua ligação com o teatro infantil.
Ainda na Bahia, teve sua primeira filha, Cláudia Orthof. Dois anos depois, foi morar em Petrópolis, onde nasceu seu filho Geraldo (o Gê Orthof, hoje ilustrador). O terceiro filho, Pedro, nasceu depois de nova mudança do casal, desta vez para Brasília, em 1960.
Na TV Brasília, trabalhou em um programa infantil de fantoches, o Teatro Candanguinho. Foi contadora de histórias na rádio MEC, júri do concurso de Miss Brasília. Como desenhista de fantasias de carnaval, ganhou todos os prêmios da categoria “originalidade”. Mesmo sem ter feito curso universitário, passou alecionar teatro na Universidade de Brasília e a coordenar as atividades de teatro do SESI. O trabalho ali desenvolvido com operários acabou lhe trazendo problemas com o governo militar. Por conta disso, ela se refugiou em Paris durante quatro meses, no ano de 1966.
De volta a Brasília, Sylvia teve que enfrentar mais tarde a notícia da doença de seu marido. Assustado com o câncer, ele devolveu a mulher e os filhos para o sogro. Voltaram, então, em 1972, a morar em Petrópolis, onde retomaram contato com velhos amigos, como o casal Póla e Tato Gostkorzewicz e Zilahe Luís Tranin.
Aos 40 anos, Sylvia ficou viúva. Passado algum tempo, casou-se com o velho amigo Tato, que também havia perdido sua esposa em um acidente. A mudança do casal para o Rio de Janeiro em 1974 marcou a retomada de sua vida profissional, dessa vez em outro campo: a literatura.
Nessa nova fase, escreveu e dirigiu “A Viagem do Barquinho”, peça infantil encenada no MAM em que toda a família trabalhava. Fundou, em 1975, a Casa de Ensaios Sylvia Orthof, dedicada exclusivamente a espetáculos infantis. Nesse mesmo ano, ganhou o primeiro lugar no Concurso Nacional de Dramaturgia Infantil Guaíra, do Paraná. Quatro anos depois, seu conto “O Pé Chato e a Mão Furada” foi premiado no 1º Concurso Nacional de Contos Infantis do Banco Auxiliar de São Paulo.
É nesse momento que sua vida de escritora se inicia oficialmente. Um convite de Ruth Rocha para escrever histórias infantis para a revista Recreio abriu definitivamente as portas da literatura infantil para Sylvia Orthof. Já em 1981, publicou a primeira das mais de 120 histórias infantis e infanto-juvenis que escreveu. Versátil, a autora explorou diversos gêneros literários: prosa, poesia e teatro. Embora iniciada tardiamente, aos 40 anos, a carreira de Sylvia Orthof consagrou-a como uma das maiores escritoras infantis do país.
Da despedida que deixa um legado
Ganhou inúmeros prêmios por suas obras, entre eles 13 títulos premiados com o selo Altamente Recomendável para Crianças pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
Viveu seus últimos anos de vida em Petrópolis. Descobriu em 1996 que estava com câncer e faleceu um ano e meio depois, no dia 24 de julho de 1997. Mesmo sofrendo com a doença, continuou escrevendo histórias.
Sua vida e sua obra continuam inspirando até hoje inúmeros escritores infantis. Isso sem contar a grandiosidade da herança que deixou a todos os seus leitores.
Pronome
Pronome é a classe de palavras que substitui o substantivo (nome). Tem a finalidade de indicar a pessoa do discurso ou situar no tempo e espaço, sem utilizar o seu nome.
Pronome substantivo é aquele que desempenha a função de substantivo. Exemplo: Ela é minha convidada.
Pronome adjetivo é aquele que acompanha ou modifica um substantivo. Exemplo: Minha caneta é azul, aquelas canetas são azuis.
Os pronomes variam em gênero, número e pessoa.
Os pronomes possuem várias características: formam vários sistemas morfológicos fechados (eu, tu, ele/ela, etc; meu/minha, teu/tua, seu/sua, etc.); na sua maioria aceitam, como os nomes, morfemas de gênero e número; atuam por alusão a algo já mencionado ou implícito na mensagem ou no contexto linguístico ou extralinguístico, mantendo, mesmo quando isolados, uma base semântica genérica com capacidade de se referirem a outra realização léxica, etc.
O que é Pronome:
Pronome é a classe de palavras que substitui o substantivo (nome). Tem a finalidade de indicar a pessoa do discurso ou situar no tempo e espaço, sem utilizar o seu nome.
Pronome substantivo é aquele que desempenha a função de substantivo. Exemplo: Ela é minha convidada.
Pronome adjetivo é aquele que acompanha ou modifica um substantivo. Exemplo: Minha caneta é azul, aquelas canetas são azuis.
Os pronomes variam em gênero, número e pessoa.
Os pronomes possuem várias características: formam vários sistemas morfológicos fechados (eu, tu, ele/ela, etc; meu/minha, teu/tua, seu/sua, etc.); na sua maioria aceitam, como os nomes, morfemas de gênero e número; atuam por alusão a algo já mencionado ou implícito na mensagem ou no contexto linguístico ou extralinguístico, mantendo, mesmo quando isolados, uma base semântica genérica com capacidade de se referirem a outra realização léxica, etc.
Pronomes de tratamento
Os pronomes de tratamento indicam o tratamento formal ou informal: Você, Vossa Excelência,Vossa Majestade...
Pronomes relativos
Pronomes relativos são aqueles que se referem a um termo mencionado anteriormente: cujo, o qual, as quais, quem... Estabelecem uma relação entre aquilo a que se refere e a afirmação que vai ser feita a seu respeito.
Pronomes pessoais
Os pronomes pessoais representam as pessoas do discurso (primeira, segunda ou terceira): eu, tu,ele/ela, nós, vós, eles/elas. Também são pronomes pessoais as formas que servem de complementos (me, mim, comigo, nos, conosco; te, ti, contigo, vos, convosco; o, a, lhe, se, si,consigo, os, as, lhes).
Pronomes demonstrativos
Pronomes demonstrativos indicam a posição de algo, situando no espaço e tempo: este, isso,aquilo... Estes pronomes estabelecem uma relação entre o que representa ou determina e os três âmbitos do discurso: este, essa, aquele, etc
Pronomes possessivos exprimem a noção de posse de algo: meu, teu, sua, vosso... Indica aquele a quem pertence aquilo que é referido no discur
Pronomes indefinidos indicam a quantidade do que representa de modo vago ou impreciso:ninguém, alguém, qualquer...
Pronome interrogativos servem para formular uma interrogação. Normalmente se trata de um pronome relativo usado para interrogar: quem, que, qual.
Os pronomes oblíquos atuam como complemento direto ou indireto: me, te, lhe, se, mim, ti...
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Dados sobre Cordisburgo
Circuitos da Gruta
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A gruta de Maquiné
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Dados Físicos e Geográficos de Cordisburgo
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Informaçoes sobre o Museu Casa Guimaraes Rosa
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Visita a Cordisburgo
A visita a cordisburgo foi fantastica!!!!!!
A gente primeiramente foi para a Gruta de Maquiné,nos adoramos muito porque havia muitas coisas bonitas,que com certeza a gente pode ver pela ultima vez.
A gente foi no Jardim de pedra onde tinha muitos animais de pedra que tinha muitos animais instintos
Já no Museu Casa Guimaraes Rosa conhecemos a infancia dele.
A gente primeiramente foi para a Gruta de Maquiné,nos adoramos muito porque havia muitas coisas bonitas,que com certeza a gente pode ver pela ultima vez.
A gente foi no Jardim de pedra onde tinha muitos animais de pedra que tinha muitos animais instintos
Já no Museu Casa Guimaraes Rosa conhecemos a infancia dele.
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